sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Nigéria

NIGÉRIA -

DADOS PRINCIPAIS:

Nome oficial: República Federal da Nigéria (Federal Republic of Nigeria).
Nacionalidade: nigeriana.
Data nacional: 1º de outubro (Independência).
Capital: Abuja.
Cidades principais: Lagos (aglomerado urbano: 10.878.000 em 1996; Cidade: 1.518.000 em 1996); Ibadan (1.295.000), Kano (699.900), Ogbomosho (660.600), Oshogbo (441.600) (1992).
Idioma: inglês (oficial), línguas regionais (principais: hauçá, fulani, ioruba, ibo). 
Religião:
 islamismo 50%, cristianismo 40% (protestantes 21,4%, católicos 9,9%, seitas indígenas 8,7%), outras 10% (1985).

GEOGRAFIA: 
Localização:
 centro-oeste da África. 
Hora local:
 + 4h.
Área: 923.768 km2. 
Clima:
 tropical (N) e equatorial (S). 
Área de floresta:
 138 mil km2 (1995).
POPULAÇÃO: 
Total: 111,5 milhões (2000), sendo grupos étnicos autóctones 94,5% (principais: hauçás 23%, fulanis 22%, iorubas 21%, ibos 18%, tives 3%, ijos 6%, buras 1,5%), outros 5,5% (1996).  
Densidade:
 120,7 hab./km2. 
População urbana:
 42% (1998). 
População rural: 
58% (1998).
Crescimento demográfico:
 2,4% ao ano (1995-2000). 
Fecundidade:
 5,15 filhos por mulher (1995-2000). 
Expectativa de vida M/F:
 49/51,5 anos (1995-2000). 
Mortalidade infantil:
 81 por mil nascimentos (1995-2000). 
Analfabetismo:
 35,9% (2000).
IDH (0-1): 0,439 (1998).

POLÍTICA:Forma de governo: República presidencialista. 
Divisão administrativa:
 36 estados.  
Principais partidos:
 Democrático do Povo (PDP), de Todos os Povos (APP), Aliança por Democracia (AD). 
Legislativo:
 bicameral - Assembléia Nacional, composta pela Casa dos Representantes, com 360 membros e pelo Senado, com 109 membros, eleitos por voto direto para mandato de quatro anos.
Constituição em vigor: 1999.

ECONOMIA: 
Moeda:
 naira.  
PIB:
 US$ 41,4 bilhões (1998). 
PIB agropecuária:
 32% (1998). 
PIB indústria:
 41% (1998). 
PIB serviços:
 27% (1998). 
Crescimento do PIB:
 2,6% ao ano (1990-1998). 
Renda per capita:
 US$ 300 (1998). 
Força de trabalho:
 48 milhões (1998). 
Agricultura:
 cacau, látex, fruto de palma, milho, arroz, sorgo, cará, inhame, mandioca. 
Pecuária:
 bovinos, ovinos, caprinos, aves. 
Pesca:
 383,4 mil t (1997). 
Mineração:
 petróleo, gás natural, minério de ferro, estanho. 
Indústria:
 alimentícia, bebidas (cerveja), refino de petróleo, siderúrgica, automobilística, têxtil, tabaco, calçados, farmacêutica, papel, materiais de construção (cimento). 
Exportações:
 US$ 10 bilhões (1998). 
Importações:
 US$ 11,9 bilhões (1998). 
Principais parceiros comerciais:
 Alemanha, Reino Unido, EUA, França, Espanha, Holanda (Países Baixos), Itália.

DEFESA: 
Efetivo total:
 77 mil (1998). 
Gastos:
 US$ 2,1 bilhões (1998). 

Características climáticas da Nigéria
O clima predominante no território nigeriano sofre influências diretas dos efeitos provocados pela maritimidade. Nas áreas próximas ao litoral sul a temperatura máxima é de 32ºC, composta por uma alta umidade relativa do ar e índices pluviométricos relativamente elevados e bem distribuídos durante todo o ano. No centro do país o período chuvoso ocorre de abril a outubro, já a época da seca desenvolve de novembro a março, nessa as temperaturas são elevadas e podem superar os 38ºC. Ao norte, a seca permanece por um período maior, cerca de oito meses, fenômeno provocado pela influência dos ventos secos e quentes originados no Deserto do Saara.

Curiosidade
A Nigéria tem a terceira maior indústria cinematográfica do mundo, atrás apenas de Hollywood e Bollywood. A maioria dos filmes é produzida sem grandes luxos, com equipamentos baratos e orçamento reduzido.


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Madagascar

Madagascar é uma ilha localizada no oceano Índico, na costa leste da África. Madagascar é a quarta maior ilha do mundo, sendo maior que a França e um pouco menor que o Texas. A ilha foi separada do resto do continente africano há mais de 150 milhões de anos e por isso a maiorias das plantas e animais encontrados lá não existem em nenhum outro lugar do mundo. 

Por ser tão remota, Madagascar só foi povoada por seres humanos nos últimos 2 mil anos, o que é recente na história da humanidade. Os Malagasy, como são chamadas as pessoas que nascem na ilha, são descendentes de povos da Indonésia, que atravessaram o oceano Índico e vieram parar em Madagascar. Povos árabes e africanos chegaram mais tarde e também fizeram contribuições importantes para a cultura da ilha. A costa leste de Madagascar era território de piratas até que os franceses colonizaram a ilha, no final do século XIX. A independência veio em 1960 e hoje Madagascar é um estado democrático. 


A vida selvagem em Madagascar
Aproximadamente 75% das espécies de plantas e animais de Madagascar são endêmicas, o que significa que elas só são encontradas lá e em nenhum outro lugar do planeta. A ilha é morada para alguns animais bem estranhos, como os lémures, os tenrecs (que parecem um porco-espinho), camaleões de todas as cores, a fossa e vários outros bichos. Infelizmente, muitos desses animais únicos e muito raros estão ameaçados de extinção por causa da caça e da destruição das florestas onde eles vivem. 


Por ser uma ilha, várias espécies tipicamente africanas nunca chegaram em Madagascar, como por exemplo camelos, girafas, antílopes, zebras e macacos. Mas além de lémures e carnívoros, Madagascar também é casa de várias outras espécies de mamíferos.

Tenrecs
Tenrecs são animais estanhos que se alimentam de insetos e que preenchem um nicho ecológico que em outros ecossistemas é ocupado por porcos-espinho, ratos e até ontras. Alguns tipos de tenrec podem ser encontrados em outros lugares na África mas é só em Madagascar que as 30 espécies podem ser vistas.

Roedores
Madagascar tem várias espécies de roedores, e o mais conhecido deles é o Giant jumping rat, que é mais ou menos do tamanho de um coelho. Outras semelhanças com o coelho são as orelhas compridas e pontudas, o pelo curto e os pés grandes, que dão empulso na hora de pular. O Giant jumping rat pode pular até 1m de altura para fugir de predadores como a fossa e a ground boa.

Morcegos
Existem pelo menos 27 espécies de morcegos em Madagascar, inclusive morcegos gigantes que comem frutas, os chamados “raposas voadoras”. 



Sifaka Verreaux (Propithecus verreauxi)
Lêmure de Madagascar
Madagascar é a quarta maior ilha do mundo, depois da Groenlândia, Nova Guiné e Bornéu. A capital, Antananarivo, fica mais ou menos no meio da ilha, e a mais de 9 mil km de distância do Rio de Janeiro! 


Madagascar pode ser dividida em cinco regiões geográficas: a costa leste, o maciço de Tsaratanana, os planaltos centrais, a costa oeste e a região sudoeste. Os planaltos centrais vão do norte ao sul da ilha, com altitudes entre 800m e 1,800m. O maciço de Tsaratanana fica no norte da ilha e lá se encontra a montanha mais alta de Madagascar, o monte Maromokotro, com 2876m. Madagascar é também chamada de “a grande ilha vermelha” por causa dos seus solos avermelhados, ruins para a agricultura. A ilha possui formações de calcário no oeste e norte. Essas formações são conhecidas como tsingy, e são o resultado de anos e mais anos de chuva, que faz causa a erosão da base de calcário. 

Imagem de satélite de Madagascar

Madagascar é um dos países mais pobres do mundo. A sua economia se baseia principalmente na agricultura, mineração, pesca e produção de roupas. Um dos produtos mais conhecidos de Madagascar é a baunilha, que vem de uma orquídea e é usada no mundo inteiro pra dar sabor à alimentos. Os grãos de baunilha precisam de pelo menos 2 anos para crescer, o que faz do produto uma especiaria cara. 

Apesar dos preços relativamente altos da baunilha, um Malagasy ganha em média 1 dólar por dia. 70% da população do país está abaixo da linha da pobreza e quase metade das crianças menores de 5 anos sofrem de desnutrição. Por que Madagscar é tão pobre? Existem várias razões. Nos tempos do ditador Didier Ratsiraka o governo era extremamente corrupto e roubou grande parte do dinheiro país. Madagascar era uma colônia de exploração, o que signifca extração dos recursos naturais ao máximo, e nenhum investimento e crescimento econômico. A falta de infra-estrutura, especialmente estradas, dificulta a vida dos fazendeiros, que não tem como transportar a sua produção, o que é agravado pelo fato de Madagascar ser uma ilha e estar isolada, o que aumenta os preços e dificulta o comércio. Tudo que Madagascra quer importar ou exportar fica mais caro. Um sistema de educação fraco impede que os ovens Malagasy consigam bons empregos e poucas pessoas têm acesso à tecnologias ou à internet. A além de tudo isso, a destruição do meio-ambiente reduz a capacidade dos agricultores de produzir comida. Todos esses fatores contribuem para a pobreza de Madagascar. Mas nem tudo está perdido. Em 2005 o governo de Madagascra anunciou a descoberta de grande uma quantidade de petróleo. O petróleo deve ser parte fundamental do futuro econômico de Madagascar, junto com a mineração, a exploração de pedras preciosas (Madagascar tem muitas safiras) e o turismo. O ecoturimo, uma forma de turismo que minimiza os impactos no meio-ambiente, pode ajudar a economia de Madagascar e ao mesmo tempo proteger a natureza e a vida selvagem. 

Produção de baunilha em Madagascar
Fonte: http://www.wildmadagascar.org/brazilian-portuguese/kids/01-introduction.html

domingo, 9 de outubro de 2011

Continente Africano

A África, ou continente africano, está localizada na zona intertropical do planeta e por isso o território está estabelecido nos dois hemisférios (sul e norte), devido a esse fato é cortado pelo paralelo do Equador na parte central do mesmo, além do meridiano de Greenwich que o atravessa a oeste. 

O Continente Africano ocupa uma área de 30,2 milhões de quilômetros, que equivale a aproximadamente 20% das terras emersas contidas na Terra. Esse extenso território abriga 53 países independentes. 

O litoral africano possui 27 mil quilômetros de extensão e nesse praticamente não existe acidentes geográficos, fato que não favorece o surgimento de portos naturais ou penínsulas, isso quer dizer que é pouco recortado. 

A África é privilegiada quanto à extensão territorial, tal fato favorece a abrangência de grandes ambientes naturais, tais como a floresta da bacia do Congo e o deserto do Saara, esse continente abriga uma grandiosa biodiversidade, proveniente fundamentalmente da localização geográfica que favorece uma enorme insolação e elevadas temperaturas. 

A seguir alguns aspectos de âmbito natural existente ao longo de todo Continente Africano.

Relevo
A formação geológica, mais precisamente do relevo, é bastante antiga e passou por grandes processos erosivos ao longo do tempo. Em geral, o relevo que predomina na África é o planalto de forma aplainada devido os processos erosivos. 

O planalto é cercado por um conjunto montanhoso que apresenta ora em forma de cadeias ora em forma de maciços. 

Nesse sentido, os relevos são classificados em compartimentos, no qual os principais são respectivamente: 

• Cadeia do Atlas: conjunto montanhoso localizado ao norte do continente, lugar onde se encontra o Marrocos até a Tunísia. Essa característica de relevo corresponde a um dobramento moderno, isso resulta em grandes altitudes, uma vez que não passaram por processos erosivos, desse modo em alguns pontos a elevação pode alcançar 4 mil metros. 
• Cadeia do Cabo: conjunto de montanhas que se encontra no litoral sul do continente, possui uma formação relativamente antiga, o que proporciona elevações modestas. 

• Maciço da África Centro-Oriental: conjunto de montanhas que se formou por meio de erupções vulcânicas, esse tipo de relevo apresenta-se desde a Somália até a Tanzânia, adjacente ao Oceano Índico. Na região destaca-se o Rift Valley no qual é possível encontrar os pontos mais elevados do relevo africano, como o Quilimanjaro (5 895 m) e o Quênia (50197). 

• Maciço da África Centro-Ocidental: corresponde a um conjunto de montanhas estabelecido na costa atlântica no qual se destacam o Fouta, Djalon, Maciço de Camarões. Essas são formações antigas e automaticamente geram elevações bastante modestas que ultrapassam os 2,5 mil metros de altitudes. 


Hidrografia 
A África possui um dos maiores rios do mundo, além de importantes lagos, nesse sentido a seguir alguns dos principais existentes no continente: 

• Vitória: corresponde a um lago que configura como o maior do continente, banha os territórios da Tanzânia, Quênia e Uganda. 

• Tangancia: é um lago que banha as nações do Burundi, Tanzânia, Zâmbia e a República Democrática do Congo, é um dos mais profundos do mundo com cerca de 1.435 metros. 

• Niassa: lago que ocupa áreas em países como Malavi, Tanzânia e Moçambique. 

• Turkana: lago de água salgada que abrange o território do Quênia e Etiópia. 

• Alberto: lago que está localizado ao norte do continente onde estão situadas áreas dos países de Uganda e a República Democrática do Congo. 


A hidrografia do continente africano não se restringe somente aos lagos, uma vez que existe uma grande quantidade de rios de suma importância paro o povo. 
A partir dessa consideração conheça alguns dos rios que mais se destacam nessa parte do planeta: 

• Rio Nilo: segundo maior em extensão no mundo, com 6. 695 km, e primeiro no Continente Africano, desenvolve uma grande influência nos países por onde passa, especialmente o Egito. 

• O Rio Níger possui 4.184 km de extensão, nasce no leste da África e corta Mali, Níger e Nigéria. 

• Rio Zambeze: rio de grande importância, especialmente no sul do continente, sua nascente está localizada no Zâmbia e percorre as terras de Moçambique até atingir o Oceano Índico. 

• Rio Congo-Zaire: possui 4.600 quilômetros que nasce no Zâmbia e corta a República Democrática do Congo e deságua no Golfo da Guiné. 

Clima 

Como já foi citado, o clima do continente está ligado diretamente à localização geográfica, diante disso e de outros fatores o clima dessa região do planeta oscila desde intertropical, mediterrâneo e semi-árido. Grande parte do território está situada geograficamente na zona intertropical da Terra e recebe uma enorme quantidade de calor, diante disso as temperaturas anuais no continente são sempre acima dos 20ºC, outro fator ligado à dinâmica do clima na África é o relevo, mais precisamente as cadeias de montanhas que impedem que massas de ar ingressem no interior alterando a configuração do clima. 

Existe uma enorme disparidade quanto à incidência de chuvas no continente, enquanto existem elevados índices pluviométricos nas áreas intertropicais, outras convivem praticamente com ausência desse fenômeno natural, como no caso dos desertos. 

A predominância de climas na África acontece de forma distinta, desse modo apresenta clima equatorial e ocorre principalmente na parte central do continente, com temperaturas que variam entre 25ºC e 30ºC, e chuvas entre 2.000 e 3.000 mm ao ano. 



Floresta equatorial do Congo

O clima tropical predomina em áreas ao redor das florestas equatoriais, as temperaturas anuais giram em torno de 22ºC e 25ºC e chuvas entre 1.200 e 1.400 mm ao ano.

Deserto do Saara
O clima desértico ocorre no deserto do Saara, no norte do continente, e também nos desertos do Namíbia e Calaari.

O clima subtropical predomina em áreas restritas do continente, nas faixas do extremo norte e sul, as temperaturas variam entre 15ºC e 20°C ao ano.

Vegetação 
As vegetações que compõe o território africano variam de acordo com o clima, dessa forma, em lugares de clima tropical a cobertura vegetal que apresenta é a savana. Em áreas desérticas, como no Deserto da Namíbia, ocorrem após as chuvas alguns arbustos e nas zonas intertropicais desenvolvem vultosas floretas equatoriais.

Fonte: http://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/africa-2.htm

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Curiosidades sobre a Austrália

-A polícia é extremamente competente, equipada e educada, considerando que o requisito básico para se tornar um policial é possuir nível superior.

-Nos supermercados existem os caixas para passar com compras grandes.E para quem deseja comprar poucas coisas existem os caixas automáticos, onde você vai passando as compras e pesando e depois você coloca o dinheiro na máquina e ela te devolve o troco.

-Os táxis são muito usados pela população como transporte para festas e boates onde rolam bebidas alcoólicas. Os taxistas são atenciosos e bem treinados, e muitas vezes arredondam o preço da corrida para baixo. Não é prática se dar gorjetas, porém se a pessoa dispensar alguns dólares de troco, será apreciado.


-Na maioria dos estados é proibido fumar no trabalho e em qualquer local que sirva comida.

-A freqüência em que os ônibus passam pelos pontos é relativamente grande sendo regulada por uma "timetable" ou tabela de horários.
-O serviço é muito bom e os ônibus são bastante confortáveis, seguros, e param nos pontos marcados, sempre no horário.

-Dirigir na Austrália mesmo sendo mão inglesa, não é difícil, pois a sinalização e faixas pintadas nas ruas são muito explícitas.
-Estudantes brasileiros na Austrália podem dirigir com a Carteira Nacional de Habilitação do Brasil, contanto que seja oficialmente traduzida. É uma boa idéia levar sua carteira internacional de habilitação.

-O trem é muito usado pelos australianos, pois é um meio de transporte eficaz, considerando a limpeza, o ar condicionado e a extensão da malha ferroviária.

-A bicicleta é considerada um veículo como outro qualquer e muitos australianos usam-na no dia-a-dia.
Deve-se seguir as mesmas leis válidas para carro comum.
Não se esqueça: o uso do capacete é obrigatório, valendo multa para quem não estiver usando.

-Se você jogar bituca de cigarro na rua, você terá que pagar uma multa que por sinal é bem salgada.
-Outras agressões ao meio ambiente podem render altas multas e estão sempre sendo fiscalizadas pelas autoridades e pela população. O resultado disso tudo é um país limpo e para que visita a Austrália uma lição importante para trazer ao Brasil.


-O desemprego na Austrália é de menos de 5%, e o país tem demanda para determinadas profissões, sendo que em alguns casos, há carência de mão-de-obra. 

-Vários tipos de esportes são praticados na Austrália devido ao clima favorável para prática ao ar livre.

-O futebol, como entendemos no Brasil, é chamado de soccer, e tem crescido bastante em popularidade nos últimos tempos, principalmente entre as crianças.
-Já o surf é indiscutivelmente a grande paixão dos australianos. O clima e as praias maravilhosas são um convite para muita gente tentar se equilibrar em um prancha.

-Uma das cervejas mais populares de Queensland é a XXXX (pronuncia-se em português "for ecs").

-Para os apreciadores de vinho existem de todos os tipos para todos os gostos e bolsos.

-A idade mínima para comprar bebidas alcoólicas na Austrália é de 18 anos.

-Normalmente o churrasco é feito sobre uma chapa elétrica ou a gás e usa-se bifes cortados e salsichas que são degustados sobre uma única fatia de pão de fôrma. Se você for convidado para um barbie é esperado que leve a sua carne e bebida.

-Quase todos os parques possuem churrasqueiras (chapas) elétricas que funcionam com moedas.

-A cerveja é a bebida mais consumida, e bem gelada, de preferência. 
No entanto, o vinho está ganhando cada vez mais espaço, devido ao aumento da produção e da qualidade.

-As leis proíbem a venda de bebidas alcoólicas em supermercados ou em qualquer outro estabelecimento que não seja uma bottle shop. Muitas operam no sistema drive-thru.

-Vale lembrar que beber em locais públicos - parques ou praias - acarreta multa.

-O fuso horário entre Brasília e Sidney é de uma diferença de 13 horas. (Se aqui são 11h da manhã, lá são 24h.) 

-A moeda da Austrália é o Dólar Australiano. 

-A voltagem é de 240V, 50Hz, e padrão de dois ou três pinos.

-O código telefônico da Austrália é 61 e o de Sidney, 02.

-Clima: como no Brasil, o verão vai de dezembro a março (média de 20ºC) e o inverno, de junho a setembro (média de 12ºC).


-Não se recomenda alugar um carro, a cidade tem trânsito carregado, estacionamentos caros e direção perigosa (por ser inversa).

-Táxis não são muito caros e podem ser pegos na rua.

-A Home é uma casa gigante, com 3 andares e vista para o porto. Às sextas você só pode entrar se for de tênis e roupa alternativa.

-O Star City Casino é uma boa dica de entretenimento.

-As ruas são extremamente seguras, sendo possível sair à noite e voltar a pé da grande maioria dos lugares.

-Pubs irlandeses e ingleses fecham por volta das 22h

-O turista pode dirigir na Austrália com uma carteira de motorista estrangeira válida para o mesmo tipo de veículo, porém se a carteira não estiver no idioma australiano que é em inglês é preciso apresentar uma tradução.
-Os australianos dirigem ao lado esquerdo e o limite máximo de velocidade nos centros urbanos é de 60 km/h. Já nas auto-estradas o limite é de 100 km/h. Todos os passageiros devem usar o cinto de segurança.

-O churrasco no final de semana é muito apreciado pelos australianos.

-Os australianos adoram praia e cerveja.

-Na culinária a pimenta é muito apreciada pelos australianos, e a comida mexicana e baiana fazem bastante sucesso.

-Os australianos apreciam muito carne de crocodilo e canguru.

-O maior museu de história natural da Austrália com fósseis de animais extintos se chama Australian Museum.

-A caixa preta dos aviões foi inventada na Austrália em 1958 com o objetivo de descobrir as causas dos acidentes aéreos.

-A família média australiana é composta por casal com apenas um filho.

-Beber cerveja ou jogar cigarro nas calçadas é extremamente proibido. Bebida alcoólica só se bebe em lugar fechado.

Austrália

DADOS PRINCIPAIS

ÁREA: 7.682.300 km²
CAPITAL DA AUSTRÁLIA: Camberra
POPULAÇÃO: 22,6 milhões (estimativa 2011)
MOEDA: dólar australiano
NOME OFICIAL
: COMUNIDADE DA AUSTRÁLIA (Commonwealth of Australia).
NACIONALIDADE: australiana
DATA NACIONAL: 26 de janeiro (Dia da Austrália, chegada dos primeiros navios ingleses no ano de 1788).

Bandeira da Austrália

GEOGRAFIA DA AUSTRÁLIA:

mapa da Austrália
Mapa da Austrália



Localização: sudoeste da Oceania

Fuso horário: + 13 horas em relação à Brasília
Clima: árido tropical (maior parte), subtropical (SE), tropical (N e NO), mediterrâneo (S)
Cidades da Austrália (principais): Sydney, Melbourne, Perth , Adelaide , Newcastle, Camberra, Brisbane
Composição da população: europeus meridionais e setentrionais 95%, asiáticos 3,5%, grupos      étnicos autóctones - aborígenes 1,5%  (censo de 1996).
Idiomas: inglês (oficial )
Religião:  cristianismo 74% (católicos 27,3%, anglicanos 23,8%, Igreja Unitária e Metodista 8,2%, presbiterianos 4,3%, outros protestantes 7,6%, ortodoxos 2,8%), islamismo 0,9%, budismo 0,8%, judaísmo 0,4%, hinduísmo 0,3%, sem filiação 12,9%, outras 10,7% (censo de 1991)

Densidade demográfica: 2,8 hab./km2
Crescimento demográfico: 1% ao ano

Taxa de analfabetismo: menor do que 5% (2006).
IDH: 0,937 (Pnud 2010) - desenvolvimento humano muito alto 


ECONOMIA DA AUSTRÁLIA :
PIB: US$ 1,23 trilhão (estimativa 2010)

PIB per Capita: US$ 55.589 (estimativa 2010)
Produtos Agrícolas: trigo, cana-de-açúcar, algodão em pluma, uva, outras frutas.
Pecuária: bovinos, suínos, ovinos, aves.
Mineração: carvão, minério de ferro, chumbo, cobre, ouro, prata, petróleo, gás natural, bauxita.
Indústria: alimentícia, bebidas, tabaco, máquinas e equipamentos, metalúrgica, extração de petróleo, carvão, química, gráfica e editorial, madeireira, papel.


Fonte: 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Notícia: Japão preocupado com desenvolvimento militar chinês

TÓQUIO, Japão — O Japão deseja estreitar relações com a China por ocasião do 40º aniversário, em 2012, do restabelecimento de relações diplomáticas, disse Noda no Parlamento.
"Mas também estou preocupado com o crescimento do poder de sua defesa nacional, que carece de transparência, e com a aceleração de suas atividades marítimas", disse Noda.
"Espero que a China tenha um papel adequado como membro responsável da comunidade internacional", completou, antes de manifestar o desejo de visitar o país vizinho quando for do melhor interesse para as duas partes.
O novo premier japonês, conhecido pelas opiniões hostis sobre a China, provocou irritação em Pequim no passado ao afirmar que importantes criminosos de guerra japoneses da Segunda Guerra Mundial deveriam deixar de ser considerados "criminosos".
Mas ao assumir o poder, Noda pediu que nenhum membro de seu gabinete visite o memorial Yasukuni de Tóquio, que homenageia os mortos na guerra, uma atitude elogiada pelos outros países da região.
Em um relatório sobre defesa publicado mês passado, o Japão expressou preocupação com a expansão naval da China e com a falta de transparência de Pequim a respeito do rápido aumento do orçamento militar.
A China considerou o relatório "irresponsável" e insistiu que a modernização de suas forças tem um caráter estritamente defensivo.

Características gerais do Japão

Bandeira do Japão

         DADOS PRINCIPAIS
ÁREA: 372.819 km²
CAPITAL DO JAPÃO
: Tóquio
POPULAÇÃO
: 127,9 milhões (estimativa 2010)
MOEDA DO JAPÃO: 
iene
NOME OFICIAL
: Japão ( Nippon )
NACIONALIDADE
: japonesa
DATA NACIONAL
: 11 de fevereiro (fundação do país); 23 de dezembro (aniversário do imperador).

 
 
Selo Imperial do Japão


GEOGRAFIA DO JAPÃO
:

Mapa

LOCALIZAÇÃO
: leste da Ásia
FUSO HORÁRIO
:  + 12 horas em relação à Brasília
CLIMA DO JAPÃO
: temperado continental (Norte) e subtropical (Sul)
CIDADES DO JAPÃO (PRINCIPAIS)
:  Tóquio, Osaka; Yokohama, Nagoya, Sapporo, Kyoto, Kobe.
COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO:
japoneses 99%, coreanos 1% (1996).  (censo de 1996).
IDIOMAS: japonês (oficial)
RELIGIÃO:  xintoísmo e religiões derivadas 51,3%, budismo 38,3%, cristianismo 1,2%, outras 9,2% (1992)
DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 337 hab./km2
CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: 0,2% ao ano (1995 a 2000).
TAXA DE ANALFABETISMO: 1%
IDH: 0,884 (Pnud 2010) - desenvolvimento humano muito alto
GINI: 37.6 (ano de 2008)
ECONOMIA DO JAPÃO:
PIB:
US$ 4,31 trilhões (estimativa 2010)
PIB per Capita (Renda per Capita)
: US$ 34.000 (estimativa 2010)
Produtos Agrícolas:
 arroz, batata, repolho, beterraba, frutas cítricas.
Pecuária
: bovinos, suínos, aves
Mineração
: calcário, enxofre, asfalto natural.
Indústria japonesa :
máquinas, equipamentos de transporte, produtos eletroeletrônicos, siderúrgica (aço e ferro).



domingo, 4 de setembro de 2011

Notícia: Alimentos falsos e contaminados barram crescimento da China


04 de setembro de 2011 • 08h15

Em muitos locais, alimentos são vendidos na rua  Foto: Fernanda Morena/Especial para Terra
Em muitos locais, alimentos são vendidos na rua

A história de como a China conseguiu superar seu histórico de pobreza e alimentar seus 1,3 bilhão de habitantes seria um caso de maior sucesso se não ocorresse em meio a tantos escândalos envolvendo alimentos falsos. A grande fome matou mais de 25 milhões de pessoas durante o projeto Maoísta do Grande Salto Para a Frente (1958-1960).

Os problemas vão desde contaminação por ovos de larvas (como a água mineral Nongfu) até produção envolvendo aditivos químicos nocivos (melamina no leite em pó; bórax na carne de porco; formol em macarrão) e de alimentos falsificados - criados artificialmente, como no caso do ovo de galinha, o tofu e o leite de soja. Isso além da carne de porco pintada para ser vendida como bife. Os casos são extensos e colocam a segurança alimentar no centro da discussão do crescimento do gigante asiático.
As raízes do problema estão na separação da vigilância entre diferentes instâncias; falhas no fluxo de informação entre governos locais e autoridades centrais; necessidade de arrecadação de tributos pelos governos provinciais; e uma imensa mão de obra que precisa ser absorvida pelo mercado.

Casos curiosos

Em maio deste ano, agricultores do leste da China viram as melancias em suas plantações explodirem, uma a uma. Especialistas em agricultura acionados pelo governo local disseram não haver motivo aparente para o caso, mas a CCTV, a televisão estatal, ligou o caso à pulverização excessiva com químicos que promovem o crescimento da fruta.

A contaminação da carne de porco com clenbuterol (um anabolizante), usado na alimentação dos animais para a produção de carne magra, levou à prisão de cinco funcionários e líderes da Henan Shuanghui Investment & Development Co Ltd, a maior da indústria de carne suína do país. A China é o maior criador e consumidor de porco, representada por 36,9 milhões de toneladas/ano, sendo 90% da produção realizada por matadouros de pequeno e médio porte, de acordo com o Ministério da Agricultura do país. O consumo anual per capita mandarim de carne suína fica em 35 kg - alto em comparação aos 7 quilos de aves.
Em 21 de abril deste ano, o governo provincial de Cantão prendeu um homem de sobrenome Tan por vender carne de porco tingida com bórax (ou borato de sódio, um cristal usado no tratamento de cupins) para parecer carne bovina. Conforme a mídia local, Tan teria vendido pelo menos 1,6 mil quilos de carne falsa, o que representa um rendimento de 234 mil yuans (R$ 59 mil) desde que começou a comercializar a carne em janeiro de 2010. O preço do porco, que gira em torno dos 20 yuans (R$ 5) era negociado com Tan por 12 yuans (R$ 3).
Em 2008, seis crianças morreram e pelo menos outras 300 mil ficaram doentes após consumir leite em pó contaminado por melamina. O caso de contaminações teve início em 2003, na cidade de Fuyang, na província de Anhui. Naquele ano, 12 bebês morreram e centenas tiveram problemas de má formação óssea e desnutrição. O primeiro caso a dar entrada em um hospital da cidade foi relatado em janeiro de 2003. Apenas em abril de 2004 o evento veio à tona através de uma cobertura feita pela CCTV. A reportagem feita pela emissora levou o premiê Wen Jiabao a destinar um grupo de investigação a 10 outras províncias, e até 2008 mais de 100 mortes foram atribuídas ao consumo do produto.
Há pelo menos quatro anos que é conhecida na China a fabricação de ovos falsos. Feitos de glicose e corante, os ovos são quase impossíveis de serem identificados. Há ainda escolas ilegais espalhadas pelo país - pelo menos uma conhecida em Pequim - que divulgam a arte de fabricar ovos. Uma aula particular custa em média 800 yuans (R$ 200); na província de Hubei, o professor (que não revela seu nome) ainda ensina a fabricar uvas - que segue o mesmo processo - por um acréscimo de 300 yuans (R$ 150) ao pacote.

Produção negligenciada e a mídia

Mais de 80% da produção de alimentos na China é realizada na zona rural do país. Os alimentos falsos são, em geral, consumidos por populações de outras localidades que a de produção, dificultando o acesso dos órgãos responsáveis aos culpados toda vez que um escândalo por intoxicação surge.

Com medo da censura e das penalidades aplicadas pelos governos locais, histórias de alimentos falsos são quase sempre reveladas por veículos de mídia de outras províncias, que recebem as dicas de jornalistas locais. Em 2003, a CCTV iniciou o programa "Relatório Semanal de Qualidade", que reunia informações das cidades e províncias chinesas referentes à qualidade de produtos e alimentos na China. Em dois meses, o semanário se tornou o programa mais assistido no país.
Em muitos casos, a comercialização de itens falsos é negligenciada pelos governos locais, pois as empresas envolvidas na fabricação de alimentos empregam milhares de moradores locais, além de garantir o recolhimento de impostos.

Governo chinês faz de segurança alimentar prioridade

No dia 3 de agosto, o Ministério das Finanças anunciou um orçamento de 630 milhões de yuans (cerca de R$ 160 milhões) para o tratamento de óleo de cozinha ilegalmente reutilizado. Conforme o plano, a verba será distribuída entre 33 cidades e distritos chineses, e há também planos para o reaproveitamento de óleo como combustível na aviação. A China produz hoje 28 milhões de toneladas de lixo de cozinha por ano.

Um projeto liderado pelo Ministério do Comércio, criado em 2010, prevê que consumidores possam traçar a proveniência de vegetais e carnes usando apenas o código de barras. O programa, que será implementado em dez cidades chinesas, incluindo Xangai, Dalian, Harbin, Jinan e Urumqi, deverá entrar na fase de testes até o final do ano, conforme o órgão.
A primeira fase do projeto cobria a produção em 176 matadouros, 100 supermercados, 3 mil mercados e 4,4 mil distribuidores. A intenção é expandir o projeto para uma cobertura integral até o fim do 12º Plano Quinquenal (que vai até 2015).
No início de agosto, o governo central anunciou a prisão de duas mil pessoas envolvidas em escândalos de alimentos alterados intencionalmente para baratear os custos de produção. A medida faz parte de um projeto, lançado em maio, que visa ao aumento da vigilância sanitária e ao combate aos falsificados, a fim de garantir mais segurança à população chinesa.
A campanha, lançada em abril para encerrar a confecção de alimentos falsificados ou que utilizam de químicos cancerígenos, ainda resultou no fechamento de 5 mil empresas do ramo. A medida foi tomada logo após o escândalo de produtores de macarrão em Cantão foram revelados usando tinta e cera na massa e quando consumidores de Changsha, capital de Hunan, descobriram que a carne bovina por eles comprada era fluorescente.
Conforme a Comissão do Conselho de Estado para Segurança Alimentar (CCESA), em 2010, o governo mandarim conduziu 130 mil investigações de violações às leis de segurança sanitária, fechando cerca de 100 mil empresas. Na primeira metade deste ano, mais de 300 pessoas foram presas só na província de Sichuan, no sul da China; em Pequim, a vigia sobre supermercados foi aumentada, e os produtos que circulam em grandes mercados necessitam ter na embalagem o selo de comprovação de qualidade pela vigilância sanitária. Xangai, o centro financeiro da China, anunciou em julho que abriria uma linha direta para reclamações e denúncias de alimentos comercializados sem estar dentro dos padrões de qualidade estabelecidos pelas autoridades competentes.
O problema de segurança alimentar na China, contudo, não reside só na fabricação de produtos falsificados ou uso indevido de químicos, mas na garantia de que o país poderá alimentar sua imensa população. Desde 1997, o país já perdeu 8,2 milhões de hectares em terra arável para a urbanização e degradação ambiental, que já agride 37% do terreno nacional.
O direito à comida também é um debate recorrente. Mudanças no consumo (que levam a crescente classe média a consumir mais carne e laticínios) somadas às crises de alimentos impróprios - como foi o caso da carne de porco durante a gripe suína - elevam os preços dos produtos. Neste mês, a inflação bateu o recorde em três anos de 6,5%, e a carne de porco está 57% mais cara. A queda do acesso das classes C e D a alimentos não só possibilita a evasão de uma crise social, mas parcialmente justifica para governos locais a produção de falsificados e o abuso de pesticidas nas plantações.

O problema da briga de poder

No que tange a produção, estoque, distribuição e comercialização de alimentos na China, encontrar culpados ou responsáveis, os quais possam ouvir reclamações, pode ser tarefa difícil. Envolvidos na questão de segurança alimentar e vigilância sanitária estão o Ministério da Saúde; o Ministério da Agricultura; a Administração Central para Qualidade, Supervisão e Quarentena; a Administração Estatal da Indústria e Comércio; o Ministério do Comércio; a Administração Estatal de Alimentos e Medicamentos (SFDA).

A Lei da Higiene Alimentar, de 1995, colocava o Ministério da Saúde no controle e supervisão, de licenciamento de empresas, além de tratar de crises na saúde e penalidades a empresas infratoras. O ministério da Agricultura era responsável por estabelecer os níveis permitidos de uso de pesticidas e manter a vigilância sobre os agricultores.
Em 2000, a Lei de Qualidade de Produtos, criada em 1993, foi emendada, autorizando a Administração Central de Qualidade, Supervisão e Quarentena a regular a produção, embalagem, rotulação, liberação de licenças de negócios e penalidades. O Ministério do Comércio ficaria então responsável em estabelecer os padrões de qualidade do processamento de alimentos, ao lado de normas para armazenamento, transporte e comercialização dos mesmos.
Com a divisão tênue entre as diferentes responsabilidades assumidas pelos órgãos - que não só acarreta mais ou menos responsabilidade, mas também significa mais ou menos verba no orçamento destinada pelo governo central -, em 2003 houve a tentativa de unificar as ações sob o SFDA, que emularia o FDA norte-americano (com exceção da carne suína e de aves, o órgão é responsável pela verificação e controle de todos os itens alimentícios norte-americanos; da produção à comercialização). Novos problemas na transferência de responsabilidades e a briga entre os órgãos por autoridade e verba fazem da fiscalização ainda mais deficiente.


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